IGREJA CELEBRA CHEGADA DOS SÍMBOLOS DA JMJ EM NATAL/RN

10 02 2012

Faltando 528 dias para a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, a cidade de Natal/RN recebe os símbolos que peregrinam por todas as dioceses do Brasil em preparação ao evento que vai reunir os jovens brasileiros com o Papa Bento XVI em 2013.

A cidade já vive o clima do evento denominado “Bote Fé” e vive a expectativa de um público de 20mil pessoas reunidas na praia do Forte para um super show com músicos católicos de todo o Brasil, somando mais de 30 atrações que gravarão um DVD que marcará a peregrinação da cruz pelo país e se chamará “Bote Fé Brasil”.

Padre Antônio Maria canta para a Governadora do Rio Grande do Norte

Desde a última quarta-feira (08) a cidade conta com a presença de missionários de todo o país, que vão se intercalando em missões, como o Programa Revolução Jesus, apresentado pelo escritor Adriano Gonçalves que foi transmitido ao vivo de Natal para todo Brasil pela TV Canção Nova,  Pe. Antônio Maria, cantou para a Governadora Rosalba Ciarlini Rosado (foto). A cantora Adrielle Lopes, informou através do twiiter, que ontem (09) ministrou no Grupo de Oração Sementes, bem como ressaltou a alegria de reencontrar tantos nomes da música católica, como a Irmã Kelly Patrícia, com quem teve a oportunidade de partilhar sobre a vida e missão.

Já na manhã desta sexta-feira (10), Padre Joãozinho deu uma aula inaugural para os estudantes da Faculdade Dom Heitor Sales, com o tema: Teologia da Solidariedade, no auditório do Senai, centro da cidade.

Padre Sávio, Organizador do evento e Assessor do Setor Juventude da CNBB, destaca que a produção deste DVD (Bote Fé Brasil) conta com o apoio dos mais renomados profissionais do mercado fonográfico. A organização é da Sony Music, que é a maior distribuidora de CD’s e DVD’s do mundo. A produção do show é de Guto Graça Mello, o principal produtor musical do país que recentemente produziu o show de Roberto Carlos, em Jerusalém. “A parte técnica é de primeiro mundo e está tudo isso a serviço do nosso trabalho de evangelização” conta o assessor. A expectativa é que até a Páscoa o álbum já esteja disponível nas lojas de todo o país.

SERVIÇO:

Bote Fé Natal – Gavação do DVD oficial da peregrinação da cruz no Brasil
Local: Arena Bote Fé – Praia do Forte
Abertura dos Portões – 13:30h
Início das apresentações: 17h
Entrada obrigatória com ingresso + camiseta do evento
Após os show haverá vigília de 0h às 4h da manhã.

Seguem algumas imagens dos preparativos e dos eventos que estão acontecendo previamente ao Bote Fé Natal:

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Eder Machado – MCS RCC Fortaleza no @BoteFé_Natal





Nesta quarta-feira (21) Ir. Kelly Patrícia faz apresentação acústica via TwitCam

20 12 2011

Nesta quarta-feira, 21 de dezembro, às 20h30, os internautas poderão conferir um show acústico da Ir. Kelly Patrícia. A apresentação será via TwitCam. Para assistir, é preciso segui-la no Twitter: @IrKellyPatricia.

Os seguidores de Ir. Kelly Patrícia no Twitter podem sugerir as sua música do show, twittando “No TwitShow da @IrKellyPatricia no dia 21 Dezembro, eu quero escutar: #nomedamusica”. As músicas mais pedidas entrarão no repertório do TwitShow.

O link para o show acústico da Ir. Kelly Patrícia na TwitCam estará disponível no www.institutohesed.org.br, no dia 21, às 20h30. Pelo Twitter há ainda promoções para concorrer a CDs e DVDs da Ir. Kelly Patrícia. Mais informações: http://kingo.to/Uhz e (85)3274-4513.

Carreira musical de louvor a Deus

A dedicação de Ir. Kelly Patrícia a Jesus por meio da música vem desde os 15 anos, quando tocava e cantava na Paróquia Jesus, Maria e José, em Fortaleza. Em 1991, já com diversas composições de poesias de santos como Santa Teresinha, São João da Cruz, Santa Teresa e outros santos, nasceu o desejo de gravar suas músicas. De lá para cá já são oito CDs de música, 3 CDs de oração e 2 DVDs.

Em maio deste ano, o disco Busca de Deus rendeu a Ir. Kelly Patrícia o troféu Louvemos o Senhor, que é um prêmio nacional da música católica, concedido pela TV Século 21, de São Paulo. A premiação de Ir. Kelly Patrícia deu-se em duas categorias: Melhor Cantora e Melhor Gravação. Também este ano a religiosa ganhou Disco de Ouro da Gravadora Canção Nova pelo CD Viver de Fé. O DVD Busca de Deus, o segundo de sua carreira, encontra-se à venda no site www.livrariaimaculada.com.br.

SERVIÇO
Show Ir. Kelly Patrícia via TwitCam – Quarta-feira, 21/12, às 20h20. Informações: (85)3274-4513, www.institutohesed.org.br (ou http://kingo.to/Uhz). Twitter: @IrKellyPatricia.





Momento musical

9 12 2011


Apresentação no Ginásio Paulo Sarasate – 18/09/2011 – Fortaleza/CE

 

 

Música Livre (Eder Machado / Banda Luminus)

As folhas caem ao chão
O vento sopra no portão
Fecho os meus olhos, sinto Você chegar

O meu vazio
E a minha limitação
Tantas vezes me impedem de Te enxergar.

Limpa meus olhos
Restaura meu coração
Preenche o vazio
Me estende a Tua mão…

Livre faz-me ser
Livre no Senhor
Livre faz-me ser
Seguro em Teu amor
Seguro em Ti, Senhor.

Eu já posso ver
Quão melhor viver em Ti
A liberdade que eu sonhei pra mim

Nada me prende
Tudo é tão real
E a minha escolha é não mais escolher.

A minha vida
Está em Tuas mãos
Todos meus sonhos no Teu coração…

Livre faz-me ser
Livre no Senhor
Livre faz-me ser
Seguro em Teu amor
Seguro em Ti, Senhor.





Lembranças (Testemunho de Guilherme de Sá)

22 11 2011

Sou filho de mãe solteira. E meu testemunho se baseia na história de um cara que, sempre esperou um Pai.

Me lembro até hoje, quando tinha uns 7 ou 8 anos, minha mãe saía com as amigas e eu sempre perguntava: e aí mãe, já me arranjou um pai? Era sempre assim que acontecia.

Morei boa parte da infância com meus avós, minha mãe trabalhava muito e acabei morando no sítio com eles. Vou contar a história do único pai que tive: meu avô.

Seu nome era Nelson (nome que está inserido nos 3 CDs do Rosa que participei). Trabalhava muito, ele e mais 1 irmão fundaram a Viação Limeirense, hoje riquíssima, começaram com oito peruas. O negócio prosperou bastante, tudo ía bem até que um dia o irmão dele fez um contrato falso e levou meu avô a vender sua parte por mixaria. Com esse dinheiro, meu avô comprou um bar, nesse bar ele aprendeu a beber, e beber muito. Virou alcólatra daqueles violentos. Era um amor de pessoa, mas virava outro quando bebia. Fechou o bar e foi morar no sítio, onde morei lá por um tempo. Presenciei muita coisa ruim, mas foi um grande pai para mim. Eu era o seu xodó. Interessante que quando minha mãe apareceu grávida, ele me repudiou totalmente, mas o tempo foi passando e quando ela virava as costas pra ir trabalhar, ele ía direto pro berço…

O tempo passou e minha mãe finalmente arranjou um “pai” pra mim. Casaram-se no civil e após isso me mudei para Cosmópolis, onde ele morava. No começo até que foi tranqüilo, mas tão cedo minha vida desmorou. Eu já tinha 11 anos. O garoto que morava no sítio foi pra cidade e acabou sendo literalmente o “nerd” da turma. Comecei a criar minha personalidade nesse ambiente e nesse meio começaram minhas primeiras surras. Sempre por motivos ridículos, geralmente nota baixa, se eu tirava um “D” (nota, não média) eu apanhava.

Você não tem noção do que é apanhar de um padrasto, ainda mais da forma que eu apanhava? Sempre com cinto, deitado de bruços, nas pernas e acima de 40 cintadas. Ele contava e fazia eu contar junto. Batia muito forte. Após a surra, me fazia vestir um short curto e ir pra educação física marcado pra todo mundo ver.

Minha mãe tinha medo de contar pro meu avô, porque a relação deles era desagradável. Com isso me distanciei do meu avô. Até que ele fez seu aniversário de numero 62, se entupiu de comer bolo e o nível de açúcar no sangue subiu muito. Foi internado, caiu na rede pública e voltou muito mal. A última lembrança que tenho dele é horrível. Ele estava na cama, com uma sonda. Minha avó subiu para a cidade para falar com um médico e me deixou encarregado de dar sopa pra ele. A casa era muito grande e às vezes eu tinha medo de ficar sozinho nela, então fui dar a sopa (com medo) dei um pouco pra ele, foi quando ele urinou (pela sonda). Eu senti medo e sem terminar a sopa, saí do quarto (ele estava consciente) e depois disso fui pra casa.

Logo após isso ele foi internado, ficou 11 dias na Unicamp e faleceu. Assim termina a história do único homem que me tratou como um verdadeiro filho. Que batalhou, foi vítima, se perdeu e no seu leito de morte chamou o irmão que nunca havia perdoado, e enfim, perdoou.

Nem entendi o que havia acontecido, eu tinha apenas 12 anos. Só comecei a entender o que meu avô significara pra mim 6 anos depois, mas essa é outra fase da minha vida.

E vida seguiu seu rumo. Aí a situação em casa piorou ainda mais. O meu padrasto entre uma surra e outra inventou de me bater com galho de uma jabuticabeira que tinha no quintal de casa. Claro que me fazia escolher qual galho, retirar as folhas e untar com óleo. Só depois executava o que ele chamava de “ofício”. Minha mãe sempre dizia que ele via meu pai na minha figura e isso o deixava enciumado. Se ela tentasse impedir, tomava o dela também.

Todos os dias era obrigado a estudar das 13h30 às 22 horas, não importa o que houvesse, eu deveria ficar olhando pro caderno. Isso durou minha sexta série inteira.

Me tornei um adolescente totalmente tímido. Sem pai (o verdadeiro não me procurava) e sem respeito na escola. Ora, você sabe que um beijo é tudo na vida de um menino de 13, 14 anos. Sendo que quase todos meus amigos já tinham tido algo, eu ficava viajando com o seriado “Anos Incríveis”, aquilo era minha vida, eu queria ser o Kevin Arnold e o que eu mais queira era ter uma Winnie Cooper como namorada e um Paul como amigo. Mas nada disso acontecia. Os amigos que tive tinham 5 anos a menos que eu. O resto me ridicularizava.

Nesse tempo da minha vida, com 13 a 14 anos, eu comecei a furtar coisas. Em casa a gente chegou a passar necessidade por um tempo. E eu encontrei no roubo a solução (lamentável). E gastava tudo em Fliperama… Fui pego várias vezes. A vez que mais marcou foi quando eu entrei na salinha de serventes da escola (eu entrava direto porque lá ficavam as coisas que as pessoas esqueciam) e fucei numa bolsa e roubei o salário inteiro de uma faxineira. Descobriram, apanhei (da minha mãe, porque se meu padrasto soubesse eu iria fritar), aprendi e fui parando. Mas ainda sobrava a lembrança: Eu era um nada.

Na época eu tinha dentes muito tortos, aparelho dental era muito caro. E com toda minha “moral” perante os “amigos”, sem a aparência ajudar muito, eu comecei a ir para a casa da minha avó Lúcia (esposa do avô Nelson), porque queria escapar do Eliseu (meu padrasto). Eles já tinham tido meu irmão Nicholas há 3 anos e eu já havia caído um pouco no esquecimento. É normal quando se tem um filho novo, ele precisa de cuidados e tudo mais. Comecei a ser um pouco ouvido, frenquentei por muito tempo o grupo de jovens JUCA em Artur Nogueira, de lá saiu a minha primeira banda, o Hohenzollern (embora eu cantasse desde o 10 anos na Matriz de Cosmópolis). Isso foi tudo! Agradecia a Deus todos os dias pela banda. Assim chamei um pouco a atenção da galera da minha classe, não existia muitas bandas na época e acabei sendo respeitado. Foi uma revolução…

O tempo foi passando, as surras foram diminuindo, o respeito foi crescendo (muito aos poucos), aconteceu o 1º beijo… E continuava sem pai…

Já tinha 16 anos, bastante afastado da igreja, já havia freqüentado uns 8 retiros e nada, comecei a andar com uma galera da pesada. Virei fã de Metal, descobri o Iron Maiden. Mas não me envolvi nem com bebidas nem com drogas porque tinha medo do meu padrasto. Muito menos com cigarro, eu morria de nojo, os dois em casa fumavam muito (minha mãe parou há muito tempo). Eu aprendi a tocar violão. Esse foi o marco da música na vida. Tanto que repeti de ano na escola de tanto pular o muro pra ficar arranhando as cordas (estava no 1º ano do 2º colegial). Costumo dizer que esse foi o único ano que eu realmente aprendi algo com a escola, o ano que eu bombei (que não sirva de exemplo, porque não é). Nunca fui bom aluno.

Por incrível que pareça eu não apanhei. Eu já estava mais velho e acho que ele já estava bastante satisfeito. Me mudei para casa da minha avó no ano seguinte: 1997. Comecei a cantar num grupo de oração de bairro e lá havia uma pregadora muito boa. Era uma mulher de Campinas, seu nome é Darci. Ela foi um anjo para mim em todos os sentidos. Foi ela quem me levou para o retiro que me converti e FOI ELA quem levou minha fita de inscrição para o Rosa. Coincidentemente (ou providentemente) ela é tia do Eduardo Faro. Ela é a grande responsável por eu estar onde estou. Claro que pulei uma grande parte da história, pois a entrada no Rosa foi em 2001.

Desse pulo, o que vale realmente contar? Vale dizer que larguei tudo que me afastava de Deus, que comecei uma obra maravilhosa com uma comunidade de jovens (Profetas do Amor) e que realmente me sentia realizado. Uma curiosidade: eu me converti porque não fui suficientemente capaz de beijar uma menina que estava muito a fim de mim. Meu primo foi e pegou meu lugar. Isso foi o estopim. Duas horas depois houve uma Efusão no Espírito e comecei chorar feito louco. Me converti e meu primo se converteu com minhas lágrimas.

O ano era 1998, final de outubro e eu já tinha 17 anos. Tudo ía ótimo, até que um dia recebi uma ligação: era meu pai verdadeiro, querendo me conhecer. Foi o dia mais feliz da minha vida. Passamos um mês muito, muito bom. Ponto.

Porque no dia do meu aniversário ele não me ligou, antes do Natal não me ligou. Então no Reveillon, dia 1º de janeiro de 1999 foi o último dia que eu vi ele e minhas irmãs. Eu fui renegado de novo, agora pelo meu próprio pai. Isso doeu muito, muito. Voltei pra Cosmópolis, minha mãe havia descido para a praia. E eu fiquei numa praça, estagnado, imóvel, até às 5 da manhã… Eu não acreditava naquilo. Foi o pior dia da minha vida e eu não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo. Após isso, tentei falar com ele muitas vezes, mas nunca mais consegui.

Com Deus ao meu lado (se Deus é por nós…) dei a volta por cima. Fui muito bem sucedido em tudo. No namoro, no trabalho, na comunidade, na família, em tudo… E entrei no grande propósito da minha vida, o Rosa de Saron. A partir daí a maioria conhece.

Hoje, minha mãe se separou do Eliseu. Ele virara alcólatra e havia se tornado violento com ela e com meu irmão, e ela repleta de razão, se cansou. Hoje, meu pai, Rogério, que quase morreu de infarto há 3 anos, recebeu uma intimação da justiça. Vai ter que fazer DNA. Eu esperei com a maior das calmas a tempestade toda acabar e agora enfim, eu processo ele, não com ódio ou raiva, muito menos vingança, mas sabendo que existe uma justiça e eu faço questão que ele saiba que o filho que ele está perdendo é legitimamente dele.

Moral da história: se minha mãe sequer pensasse em aborto (porque não pensou) eu não existiria. Já que eu existo, então essa é minha história: eu tive tudo nessa vida para ser um marginal, um alcoólatra, no mínimo um cara depressivo.. Mas é como diz a música: “quem me segurou foi Deus com seu amor de Pai”. E eu cantei isso por anos.

E a grande lógica: foi provado por A + B e eu demorei muito pra entender. Deus é o grande, imenso e presente, Pai da minha vida.

Guilherme de Sá
Vocalista da Banda Rosa de Saron





O músico é chamado a movimentar a Igreja [Formação]

22 11 2011


Acreditamos que a palavra que transforma o coração pode produzir em cada pessoa uma melodia diferente. A intensidade da melodia é o coração que determina; o timbre é o coração que oferece. Harmonizando tudo isso, teremos uma canção de Salomão, uma canção de subida aos Céus.

Leia este pequeno fragmento do Salmo127, deixando o seu coração cantar por meio dele:

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem. Se o Senhor não guarda a cidade, debalde vigiam as sentinelas. Inútil é levantar-vos antes da aurora, e atrasar até alta noite vosso descanso, para comer o pão de um duro trabalho, pois Deus o dá aos seus amados até durante o sono” (SI 127,1-2)

É Deus quem constrói a casa. É Ele quem edifica a Igreja, os movimentos e o seu ministério. Contudo, queremos nos deter na ferramenta usada pelo Senhor para construir Sua obra.

No Antigo Testamento, Deus escrevia suas leis em tábuas. Porém, com a vinda do novo Adão, Nosso Senhor Jesus Cristo, o Todo-poderoso passou a escrever Suas leis em tábuas de carne, isto é, em nosso coração. A tinta usada por Ele é o Sangue de Cristo, e o pincel (ou seja, a ferramenta) é o próprio Espírito Santo. Sendo assim, podemos dizer que sem o Espírito Santo toda construção estaciona, por mais que o homem humanamente esteja correndo.

O músico é chamado a movimentar a Igreja, mas só conseguirá fazê-lo se estiver vivendo sob o movimento do dedo de Deus, ou seja, sob a ação do Espírito Santo. Deus usa o dedo do Espírito Santo para movimentar o coração do homem que, humildemente, se prostra, esperando, em primeiro lugar, amar e ser amado pelo construtor.

Tocar as notas de uma construção melódica já não é o mais importante. Nessa peça ou construção musical, o mais importante é estar com Deus, escutando o Músico dos músicos tocar, e assim, seguindo a partitura que o próprio Deus construiu, saber o momento de tocar e como tocar. Nessa obra, o essencial é silenciar o coração. É necessário muita atenção para não nos perdemos na grande partitura da vida.

Santo Agostinho nos ensina que o Espírito Santo é a “Alma da Igreja”, e o que faz no corpo do homem, o Espírito Santo faz no corpo da Igreja. No Vaticano II foi salientado que o amor que se tem pela Igreja é diretamente proporcional ao amor que se tem pelo Espírito Santo, pois Ele é a alma da Igreja.

Daí, podemos explicar a negligência dos músicos para com a Igreja, isto é, esses músicos não possuem experiência com o Espírito Santo, consequentemente não amam seu ministério, através do qual participam do Corpo místico de Cristo, que é a Igreja. De fato, podemos dizer que nossa parte na construção da obra se encontra basicamente em viver sob o fogo do Espírito Santo.

O músico precisa pedir a efusão do Espírito Santo diariamente, para que o amor pela obra não se acabe. Devemos ser apaixonados pelo Espírito Santo e, consequentemente, apaixonados pela Igreja.

Eliana Ribeiro
Comunidade Canção Nova





Santa Cecília abençoe os músicos católicos

22 11 2011

“A música, que eleva a palavra e o sentimento até a sua última expressão humana, interpreta o nosso coração e nos une ao Deus de toda beleza e bondade”.  Dom Paulo Evaristo Arns

Conheça um pouco da santa

A sua vida foi música pura, cuja letra se tornou uma tradição cristã e cujos mistérios até hoje elevam os sentimentos de nossa alma a Deus. Era de família romana pagã, nobre, rica e influente. Estudiosa, adorava estudar música, principalmente a sacra, filosofia e o Evangelho. Desde a infância era muito religiosa e, por decisão própria, afastou-se dos prazeres da vida da Corte, para ser esposa de Cristo, pelo voto secreto de virgindade. Os pais, acreditando que ela mudaria de idéia, acertaram seu casamento com Valeriano, também da nobreza romana. Ao receber a triste notícia, Cecília rezou pedindo proteção do seu anjo da guarda, de Maria e de Deus, para não romper com o voto.

Após as núpcias, Cecília contou ao marido que era cristã e do seu compromisso de castidade. Disse, ainda, que para isso estava sob a guarda de um anjo. Valeriano ficou comovido com a sinceridade da esposa e prometeu também proteger sua pureza. Mas para isso queria ver tal anjo. Ela o aconselhou a visitar o papa Urbano, que, devido à perseguição, estava refugiado nas catacumbas. O jovem esposo foi acompanhado de seu irmão Tibúrcio, ficou sabendo que antes era preciso acreditar na Palavra. Os dois ouviram a longa pregação e, no final, converteram-se e foram batizados. Valeriano cumpriu a promessa. Depois, um dia, ao chegar em casa, viu Cecília rezando e, ao seu lado, o anjo da guarda.

Entretanto a denúncia de que Cecília era cristã e da conversão do marido e do cunhado chegou às autoridades romanas. Os três foram presos, ela em sua casa, os dois, quando ajudavam a sepultar os corpos dos mártires nas catacumbas. Julgados, recusaram-se a renegar a fé e foram decapitados. Primeiro, Valeriano e Turíbio, por último, Cecília.

O prefeito de Roma falou com ela em consideração às famílias ilustres a que pertenciam, e exigiu que abandonassem a religião, sob pena de

morte. Como Cecília se negou, foi colocada no próprio balneário do seu palacete, para morrer asfixiada pelos vapores. Mas saiu ilesa. Então foi tentada a decapitação. O carrasco a golpeou três vezes e, mesmo assim, sua cabeça permaneceu ligada ao corpo. Mortalmente ferida, ficou no chão três dias, durante os quais animou os cristãos que foram vê-la a não renegarem a fé. Os soldados pagãos que presenciaram tudo se converteram.

O seu corpo foi enterrado nas catacumbas romanas. Mais tarde, devido às sucessivas invasões ocorridas em Roma, as relíquias de vários mártires sepultadas lá foram trasladadas para inúmeras igrejas. As suas, entretanto, permaneceram perdidas naquelas ruínas por muitos séculos. Mas no terreno do seu antigo palácio foi construída a igreja de Santa Cecília, onde era celebrada a sua memória no dia 22 de novembro já no século VI.

Entre os anos 817 e 824, o papa Pascoal I teve uma visão de santa Cecília e o seu caixão foi encontrado e aberto. E constatou-se, então, que seu corpo permanecera intacto. Depois, foi fechado e colocado numa urna de mármore sob o altar daquela igreja dedicada a ela. Outros séculos se passaram. Em 1559, o cardeal Sfondrati ordenou nova abertura do esquife e viu-se que o corpo permanecia da mesma forma.

A devoção à sua santidade avançou pelos séculos sempre acompanhada de incontáveis milagres. Santa Cecília é uma das mais veneradas pelos fiéis cristãos, do Ocidente e do Oriente, na sua tradicional festa do dia 22 de novembro. O seu nome vem citado no cânon da missa e desde o século XV é celebrada como padroeira da música e do canto sacro.

No dia de hoje a nossa oração é voltada por todos que se dedicam à música, em especial aos músicos católicos, que todos os dias enfrentam barreiras para levar a palavra de Deus cada vez mais longe e com afinco enfrentam as dificuldades da cruz que precisam carregar em sua missão.
Que Deus fortaleça cada vez mais a nossa fé e nos faça caminhar cada vez mais unidos em direção ao céu e aos corações dos que nos escutam. Que a banda Luminus (a qual faço parte) e todas as bandas que não adquiriram ainda uma expressão de divulgação não desanimem e saibam que Deus os escuta com o mesmo amor do que às grandes bandas que hoje evangelizam em mídias e gravadoras. Deus é por nós e se isso acontece, ninguém será contra nós!

Paz e luz

Eder Machado
Fonte da biografia: Canção Nova
Foto: Banda Luminus na Com. Misericórdia Divina





Hallel Fortaleza 2010

15 10 2010

Começa hoje, dia 15 de outubro o Hallel 2010.

Com muitas atrações o Hallel Fortaleza chega com a força do povo de Deus contra as adversidades e vem para garantir seu espaço no calendário de eventos de Fortaleza.

Não deixe de participar desta festa de louvor, alegria e formação..

Viva uma experiência de música e vida!

Algumas Atrações:
Ceremonya;
Adrielle Lopes;
Diego Fernandes;
Banda Frutos;
Ricardo Sá;
Netinho;
Marília Melo;
Missionário Shalom;
Pegada Santa;
Cosme;
Refúgio Sagrado;
Consagrados;
E muito mais…

Terão ainda módulos de formação, adoração, aconselhamento e o Palco Fest com muitas atrações, incluve a Banda Rosarianos.

Você não pode deixar de participar… convida a galera e vamos juntos celebrar!

www.hallelfortaleza.com

forme sua caravana...





Homenagem…

28 04 2010

Homenagem da Banda Rosarianos ao nosso amigo Ribamar.

Para sempre nos corações de cada um dos rosarianos como nosso Eterno Batera… sua alegria, suas brincadeiras, suas qualidades musicais jamais serão esquecidas e todos os dias nos inspiram a caminhar sempre mais.
Esta música foi composta quando soubemos que sua partida se daria por uma busca de novos sonhos.
Que Deus abençoe seu trabalho, sua casa, seu casamento…
Que Deus providencie tudo mais na sua vida… nosso horizonte, mesmo distante nunca irá deixar de se cruzar. Até breve, meu amigo!

[http://www.rosarianos.com.br/fotos_nov08/rosarianos_08.11_004.jpg]

Nosso Horizonte (Eder Machado)

A distância pode até nos separar
Mas o que Deus uniu ninguém separa, não!
Ao teu lado sou mais forte,
Mesmo longe vou sentir sua presença.

O amor jamais acaba
Meu horizonte encontrará o seu

Peço a Deus que realize os sonhos seus,
E que dê a alegria que sempre te deu.
Das tuas vitórias eu quero participar.
E nas tuas tristezas lágrimas enxugar.

O tempo passa descobrimos o essencial
O valor que as pessoas têm para nós
Um segundo ao seu lado é pra se eternizar
Eu te amo e não tenho porque esconder

O amor jamais acaba
Meu horizonte encontrará o seu

Peço a Deus que realize os sonhos seus,
E que dê a alegria que sempre te deu.
Das tuas vitórias eu quero participar.
E nas tuas tristezas lágrimas enxugar.





Momento musical…

30 03 2010
Basta querer mudar!

Basta Querer mudar... Depende de você!

Basta querer (Eder Machado)

Vejo seus olhos
Vejo muito além de um olhar.
Vejo segredos
Histórias que o tempo não pôde apagar.

Por mais que tente esconder dá pra ver
No fundo dos olhos, lágrimas do que passou!

Pode-se viver algo novo, basta querer
Pode-se viver nova história, depende de você!

Aprendemos, crescemos, mas o que passou já se foi
Há uma luz bem à tua frente, abra os olhos pra enxergar.





Banda COT em Irauçuba…

29 02 2008
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IRAUÇUBA, SOBRAL, ITAPAGÉ E TODA A REGIÃO NORTE ESTÁ CONVIDADA A PARTICIPAR DE UM GRANDE SHOW!!! 

No dia 15/03/2008 (Sábado) a Banda COT vai estar na cidade de Irauçuba-Ce fazendo um grande show em plena Praça Pública com a presença da companhia de dança Sublime Expressão – COT.

A festa fará parte das comemorações do Aniversário do Município.

Monte sua caravana e venha você também louvar a Deus!!!!!

MAIORES INFORMAÇÕES: (85) 3214-1664 – www.bandacot.com.br

 

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